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23/02/2026

constância
bom dia. adotar um novo hábito por 30 minutos todos os dias inicialmente parece pouco… até você perceber o resultado em 1 ano. que hábitos você quer construir?

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QUICK TAKES
Para se impressionar: Policial militar é ovacionada após amamentar bebê abandonado em bueiro
Para se emocionar: Criança que teve 40% do corpo queimado e ficou internada por 3 meses é recebida com festa na escola
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Na edição de hoje:
🇧🇷 A cientista por trás da descoberta que pode devolver movimentos a humanos.
🔥 O que está em alta no universo da saúde.
🦠 Brasil registra novos casos de MPOX.
🧠 Açaí na infância pode proteger contra ansiedade e depressão?
📹️ Os melhores conteúdos que vimos pela internet.
Segunda-feira, 23/02/2026
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BIG STORY
Tatiana Sampaio: a brasileira do momento

(Imagem: Marie Claire)
Genialidade, coragem e perseverança. São essas três das muitas palavras que descrevem a brilhante trajetória de Tatiana Sampaio ao longo de quase três décadas.
Bióloga e pesquisadora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), ela coordena o Laboratório de Biologia da Matriz Extracelular no Instituto de Ciências Biomédicas.
Desde 1998, dedica sua carreira a entender como proteínas podem reconstruir conexões nervosas perdidas.
Discreta, persistente e movida por uma inquietação científica, Tatiana escolheu enfrentar um dos maiores desafios da medicina: a lesão medular.
Foi dessa trajetória que nasceu a polilaminina, versão recriada em laboratório da laminina, proteína natural que auxilia os neurônios a se conectarem.
Produzida a partir da placenta humana, a molécula funciona como uma espécie de “andaime biológico”, favorecendo a formação de novas conexões nervosas em áreas lesionadas.
🩺 Na prática, em um campo onde a regra sempre foi adaptação, e não reversão, a cientista ousou propor regeneração.
Os resultados chamaram atenção 👀
Nos estudos iniciais, oito pacientes paraplégicos e tetraplégicos receberam a aplicação experimental da substância.
O resultado: seis apresentaram recuperação de movimentos, incluindo um que estava paralisado do ombro para baixo que voltou a andar sozinho. Veja o vídeo abaixo.
A descoberta gerou R$ 3 milhões em royalties para a UFRJ, o maior valor já recebido pela instituição.
Maaas… nem tudo são flores. Cortes orçamentários cortes severos no orçamento da UFRJ em 2015 e 2016 impediram o pagamento das taxas internacionais da patente, fazendo com que o Brasil perdesse os direitos globais sobre a tecnologia.
A patente nacional só foi preservada porque a própria Tatiana arcou temporariamente com os custos do próprio bolso.
🔮 Looking forward. Em janeiro, a Anvisa autorizou o início da fase clínica para avaliar a segurança do tratamento em cinco voluntários.
A expectativa é confirmar se a aplicação direta da proteína na lesão estimula a reorganização das conexões nervosas.
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GAME DO ESTAGIÁRIO
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BRAZIL HEALTH
Brasil registra novos casos de Mpox

(Imagem: CNN Brasil)
A confirmação de um novo caso de Mpox em Porto Alegre, somada aos 43 registros em São Paulo apenas em janeiro, reforça que o vírus segue em circulação no país.
Segundo as autoridades, os casos estão sob monitoramento e o cenário não é de emergência sanitária. Contudo, alertam que também não é momento de descuido.
Sobre a condição
A Mpox é uma infecção viral causada pelo vírus MPXV, pertencente à família dos Orthopoxvirus — o mesmo grupo da antiga varíola humana.
A transmissão ocorre por contato direto com lesões de pele, secreções ou fluidos corporais; a exposição respiratória prolongada também pode representar risco, embora seja mais rara.
Na prática, interações íntimas e contato pele a pele são os cenários mais associados à infecção. Contatos rápidos e casuais tendem a oferecer risco menor.
🩺 A doença provoca febre, dores no corpo, dores de cabeça, aumento dos gânglios linfáticos e lesões que evoluem de manchas para bolhas com pus e, posteriormente, crostas.
Essas lesões podem ser confundidas com herpes ou catapora, o que torna o diagnóstico clínico desafiador em alguns casos.
Carnaval pode impactar os números?
A resposta curta: talvez. Acontece que eventos com grandes aglomerações aumentam o potencial de transmissão de doenças que exigem proximidade física.
Na maioria das vezes, a doença é leve e autolimitada, resolvendo-se em poucas semanas.
Ainda assim, isolamento até a cicatrização completa das lesões continua sendo a principal estratégia para interromper a transmissão.
APRESENTADO POR FACULDADE SÍRIO-LIBANÊS
Você já decidiu o que vai fazer neste semestre?
Talvez este seja o semestre em que você finalmente tira do papel aquela pós que vem adiando há um tempo. Não porque faltou vontade antes, mas porque a rotina na saúde é corrida, os atendimentos se acumulam e o tempo para pensar na própria carreira quase nunca aparece.
Ainda assim, evoluir profissionalmente segue sendo importante. E o primeiro semestre é justamente o momento em que essa decisão ainda cabe na agenda.
Para quem quer avançar agora, esta é a última oportunidade de iniciar uma Pós-Graduação ainda neste semestre. A Faculdade Sírio-Libanês oferece cursos como Gestão em Saúde e Experiência do Paciente, abertos a qualquer profissional da área. Você pode aproveitar sua última chance aqui.
BELIEVE IT OR NOT
Açaí na infância pode proteger contra ansiedade e depressão?

(Imagem: Amazônia Vox)
Qual é a relação que um alimento típico brasileiro como o açaí pode ter com a ansiedade e a depressão? Essa é a pergunta que cientistas, como Taiana Simas, estão tentando responder em um novo estudo.
Publicado na revista internacional Food Research International, o artigo reuniu mais de doze pesquisadores da UFPA. O foco foi avaliar o potencial preventivo dos compostos do alimento.
Como os testes foram feitos
Ratos adolescentes receberam suco clarificado de açaí em dose equivalente ao consumo diário de meio litro da fruta. Depois, passaram por uma bateria de testes comportamentais clássicos.
Foram aplicados modelos como campo aberto, labirinto em cruz elevada e teste do nado forçado, utilizados para medir ansiedade, exploração e comportamento tipo depressivo.
Em todas as avaliações, os animais que ingeriram açaí apresentaram menos sinais de ansiedade e depressão. Além disso, análises bioquímicas mostraram maior equilíbrio antioxidante no sistema nervoso.
O que acontece no cérebro?
Os compostos bioativos do açaí aumentaram enzimas protetoras em áreas como córtex pré-frontal e hipocampo ventral, regiões ligadas ao controle emocional e à resposta ao estresse.
🩺 Houve também redução de danos oxidativos na amígdala, estrutura associada ao medo, sem alterações diretas nos neurotransmissores, como a serotonina.
Mas vamos com calma. Os resultados ainda são pré-clínicos e não significam que o açaí substitua isoladamente o acompanhamento médico ou tratamento psicológico.
Porém, indicam que compostos bioativos presentes na alimentação podem atuar como estratégia complementar de prevenção desde fases vulneráveis do desenvolvimento.
Se confirmados em humanos, esses achados reforçam uma ideia poderosa: talvez parte da resposta para a saúde mental está, literalmente, no prato.
RODAPÉ
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