04/04/2025

ser gente boa

bom dia. independente de quem você for e com quem você estiver lidando: seja gente boa. faz a diferença na vida de todo mundo e custa um total de R$ 0,00. risos.

Jovens brasileiros bebem cada vez mais cedo
BIG STORY

(Imagem: Project X)

  • Os dados geram preocupação, pois o consumo precoce de álcool compromete o desenvolvimento neurológico, afetando áreas relacionadas à memória, atenção e controle inibitório.

A exposição durante a adolescência, fase de alta plasticidade cerebral, pode induzir alterações estruturais e funcionais duradouras.

🩺 Inclusive, estudos associam o uso precoce ao aumento da impulsividade e à maior vulnerabilidade à dependência química na vida adulta.

Além disso, o álcool potencializa comportamentos de risco, elevando a incidência de acidentes, infecções sexualmente transmissíveis e gravidez não planejada entre jovens.

Por dentro dos números

Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar, a situação é mais complexa do que parece e envolve não só o jovem, mas sua estrutura familiar também.

  • 63,3% dos jovens entre 13 e 17 anos entrevistados já tinham experimentado álcool;

  • Aproximadamente 10% dos jovens afirmaram ter bebido com consentimento familiar.

Um outro ponto destacado foi o fato de que a exposição precoce à substância tem efeitos diferentes sobre cada perfil de jovem.

Por exemplo, estatísticas apontam que filhos com histórico prévio de alcoolismo na família são os mais afetados em quesitos como memória, atenção e aprendizado.

O que fazer?

De modo geral, sempre gostamos de defender a seguinte tese: Não existem soluções simples para problemas complexos.

Portanto, se você tem um filho adolescente, saiba que o melhor caminho sempre será a educação, prezando por uma vida consciente e equilibrada.

Estudo pioneiro busca a cura da artrite reumatóide
RESEARCH

(Imagem: Axios)

Simplesmente espetacular. Pesquisadores da Universidade de Newcastle estão testando um tratamento inovador que pode “reprogramar o sistema imunológico” e, no futuro, curar a artrite reumatoide.

O ensaio clínico, chamado AuToDeCRA-2, busca treinar células do sistema imunológico para que deixem de atacar o próprio corpo.

Sobre a condição

A artrite reumatoide é uma doença autoimune em que o sistema imunológico ataca por engano as articulações do próprio corpo.

Esse ataque provoca inflamação crônica, causando dor, inchaço, rigidez e, com o tempo, destruição das articulações.

🩺 A condição afeta principalmente mãos, punhos e joelhos, mas pode comprometer outros órgãos também.

Embora a causa exata ainda não seja totalmente compreendida, sabe-se que fatores genéticos e ambientais estão envolvidos no seu desenvolvimento.

O tratamento

No centro da pesquisa estão as células dendríticas, que são popularmente descritas como os “generais” do sistema imunológico. São elas que dão a ordem de atacar quando detectam uma ameaça.

  • No entanto, em doenças autoimunes, esse alarme soa errado — e tecidos saudáveis viram alvo.

Portanto, a ideia que surgiu foi: Por que não cultivá-las em laboratórios e treiná-las para não reagir a estes alarmes falsos? Depois, ao serem reintroduzidas no corpo, elas orientariam o exército imunológico a parar o ataque às articulações.

Mas vamos com calma… Os primeiros testes, que envolveram cerca de 32 pacientes, já destaca resultados extremamente positivos. Contudo, para que a abordagem terapêutica seja aprovada, uma série de estudos e testes ainda precisam ser feitos.

Ainda assim, a técnica chamou a atenção da comunidade científica, afinal, pode abrir portas para a cura de outras doenças autoimunes, como o Diabetes Tipo 1 e a esclerose múltipla.

Até quando sua agenda vai ser assim?

A área da saúde oscila entre emergências, noites mal dormidas e o desafio de equilibrar plantão, academia, casa, vida social e estudos.

Por isso, aprender a gerir melhor seu tempo pode mudar sua vida.

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O que você deveria ficar por dentro…

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Estudo aponta que banimento de smartphones pode ser ineficaz
HEALTHTECH

(Imagem: Axios)

Segundo uma pesquisa publicada no BMJ Publishing Group, uma das revistas mais respeitadas da atualidade, “banir o uso de smartphones e redes sociais entre crianças e adolescentes não resolve a questão central.

Na prática, o intuito do estudo foi analisar como as políticas de restrição do uso dos celulares nas escolas se relacionavam com as seguintes medidas:

  • Bem-estar mental;

  • Sono;

  • Desempenho escolar;

  • Comportamento em sala de aula.

Ao final do estudo, descobriu-se que o efeito das proibições foi… Insignificante. Além disso, os dados não mostraram uma redução no tempo de uso ou nos padrões problemáticos de redes sociais.

Em outras palavras, o tempo de “não uso” do celular na escola estava sendo compensado por um maior tempo de uso dele dentro de casa.

O que defendem os autores

Segundo os cientistas envolvidos na pesquisa, as proibições escolares do uso de smartphones deveriam ser vistas como uma medida paliativa e não como uma solução final.

Afinal, em um futuro não distante, os alunos precisarão desenvolver uma relação saudável e autônoma com o mundo digital.

No entanto, há também quem acredite que a solução definitiva para o problema seja banir o celular da rotina dos jovens.

E você, é a favor da proibição de smartphones nas escolas?

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Estados Unidos devem cortar verba para vacinas em países subdesenvolvidos
WORLD HEALTH

(Imagem: Axios)

💉 Está dando o que falar. Recentemente, o governo americano anunciou que planeja encerrar o financiamento à Gavi, aliança global que ajuda a imunizar crianças em países de baixa renda.

A medida consta em um documento da Agência dos EUA para o Desenvolvimento Internacional (USAID), e inclui também cortes em ações contra a malária.

Segundo a Gavi, que recebe cerca de US$ 300 milhões por ano dos EUA, o corte pode custar até 1,2 milhão de vidas nos próximos 5 anos — sua CEO, Sania Nishtar, pretende viajar a Washington com o intuito de reverter a decisão. Em suas palavras:

“Doenças controladas como sarampo e difteria voltariam a matar em massa.”

🫲 De um lado, há quem acredite que o fim da assistência dos Estados Unidos representaria uma crise de saúde pública nos países desenvolvidos.

Afinal, o sistema de saúde de muitas dessas nações é extremamente ineficiente, e a prevalência de doenças ou epidemias graves poderia subir rapidamente.

🫱 Por outro lado, há quem acredite que os Estados Unidos não têm qualquer tipo de obrigação de ajudar outros países ao redor do mundo.

A partir dessa economia, o país poderia utilizar os recursos para investir no bem-estar da própria população.

Uma tendência

Desde janeiro, o governo americano já cancelou cerca de 80% dos contratos de ajuda externa — em linha com uma suposta política “America First”.

Ao todo, mais de 5 mil programas devem ser encerrados, o que representaria aproximadamente US$ 76 bilhões ao longo de cada ano.

Ainda assim, alguns projetos seguem ativos, como o fornecimento de medicamentos para HIV, tuberculose e ajuda alimentar em zonas de guerra ou catástrofe.

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